Ultraman!

This post is dedicated to the great updatedude, from Turquoise Version blog and contribuitor of Articulated Discussion. Thanks for the great source of pics and infos!!

Algumas imagens do meu Ultra Act Ultraman. Sigam o link do updatedude pra ver o Ultra Belial, EXCELENTE figura.

Ultra Act e Sayudo Ultraman!

MRS Rider 1st & Ultraman!

Ultra + Revoltech EVA 01

TF Classics Grimlock vs. Ultraman! Fora, Baltans da vida!


Esquadrão Classe A (The A-Team): filme de macho!

Hoje assisti Esquadrão Classe A. Não graças ao UCI ou nenhum outro cinema. Aqui em Recife ficou em cartaz por UMA SEMANA e saiu, porque o filme do Tom Cruise com a Cameron Diaz ia entrar em cartaz. Mesma coisa aconteceu com Toy Story 3 em 3D, com a entrada em cartaz do insosso Shrek não-sei-quanto.

Não, baixei mesmo, porque a opção seria esperar o DVD e minhas receitas atuais não permitem comprar DVD pra ver se eu gosto. Obrigado, Pirate Bay, sempre me alimentando com o que não tenho acesso. Mandarei um dólar via Paypal pra vocês, assim que tiver certeza que o governo dos EUA não poderá me processar por “conluio com pirataria” ou um congênere.

Pra começo de conversa, pulemos aquela chatíssima discussão sobre “Hollywood está sem ideias, só vive de remake e sequências, mimimi”. É, é verdade, é isso mesmo, etc e tal. Mas é bom também ver uma boa adaptação de uma série antiga, um desenho ou filme de mil anos atrás. Se, por um lado, faz eu me sentir mais velho, por outro lado, rebate essas porcarias que inventam roda-vira-e-mexe. Sério, você viu o trailer desse fatídico Encontro Explosivo, com o Tom Cruise e a Cameron Diaz? PQP.

Enfim, é bom rever umas franquias antigas chutando bundas no cinema e reforçando seus argumentos de “os desenhos/séries/filmes de minha infância eram melhores que esses aí”, mesmo quando nem lembramos direito da série. É o caso de Esquadrão Classe A comigo.

O legal de “The A-Team”, pelo pouco que lembro, era o clima bem “somos foda, somos cool e somos divertidos” que TODO FILME DE AÇÃO tenta copiar. Era o chefão inteligentão, o negão pocadão e uns outros que não lembro direito. Mas, como virou jargão por aí, eram bem “massa veio”.

“BA”, inclusive, era o apelido de um moleque de rua que vivia lá pela minha vizinhança em Salvador quando eu era pequeno. Minha rua era fechada, todo mundo morava ali a eras e rolava um clima meio familiar, razão pela qual acabaram “adotando” o cara. Fora a parte em que meu pai uma vez encheu ele de porrada por sujar o carro da gente e prender ele no capô do fusca (sério, juro pra vocês), ele vive bem por lá até hoje. Se bem que ele não era “BA” por conta do físico, mas porque tinha um defeito no lábio inferior – daí, B.A., o “Boca Aberta”. Gente boa ele.

Então, se não pude curtir muito o filme por saudosismo, bom, curti o filme por ele mesmo, e gostei. Até certo ponto da trama, é despretencioso, não tenta ser O filme, A adaptação definitiva, nada disso que estraga completamente os filmes atuais, modernos e contemporâneos de hoje em dia. Fora Crepúsculo, que se estraga por si só, desde a premissa.

E é competente, também. O filme cobre 10 anos e meio da vida dos personagens (ok, tem um pulão cronológico, mas funciona bem), desde o momento que se conhecem até a missão principal do filme. Os atores estão entrosados, ótimos em seus papéis. Só a Jessica Biel (a Grazi Mazzaferra mais sequinha) fica meio deslocada como necessário interesse romântico do filme (no caso, do Cara-de-Pau), mas reclamar de mulher bonita é viadagem, então paro por aqui.

Na verdade, verdadeira, o interessante mesmo de observar sobre esse filme é sua tendência. Hollywood às vezes ouve o que precisa ser feito e não mete os pés pelas mãos em adaptações “visionárias” ou com “a different taste for new fans” (porra, o público principal desses filmes é de velhos fãs). Nem preciso citar aí Swat, Demolidor, Motoqueiro Fantasma, etc, etc, etc…

Bom, vejam o trailer:

Pelo pouco que lembro, o filme evoca a série, e se vale da tecnologia de hoje e de um orçamento que uma série de TV não tinha pra fazer coisas mais grandiosas. É aí que entra aquele “até certo ponto” que usei acima: a partir de um certo momento, os roteiristas caem naquela de “fazer um clímax maior que todo o filme até agora” e… não fica ruim, mas fica exagerado (dentro dos padrões desse tipo de filme, bom ressaltar).

É como Batman Begins, que, de repente, tem uma parte inteira da cidade sitiada, uma população em desespero e um trem sendo destruído enquanto cruza a cidade. Dava pra passar sem isso.

Mas não chega a prejudicar o filme, só deixa aquele gostinho de “podia ter sido mais legal aquilo ali, assim”. Claro, rola o clássico gancho pra continuação que, se for com os mesmos caras desse filme, valerá MUITO a pena!

Outra coisa interessante é o padrão de filme blockbuster que está voltando à moda: “filmes de macho”. Tem explosões, mulheres gostosas, carrões, perseguições, mais explosões, pancadaria… tudo que te faz se sentir ainda mais ser humano HÔME macho do sexo masculino. Hahahahaha!

São filmes menos pretensiosos, não se propõem a ser O filme, como falei antes, mantém a atmosfera que se espera deles e, muitas vezes, não se levam mesmo a sério (vide a cena pós créditos desse filme). São mais sinceros, acho. Dão o que o público quer e, na medida certa, inovam e repetem a fórmula. Ora, há de se reconhecer o valor de um bom filme-pipoca.

E, melhor de tudo, vem aí o filme de macho definitivo: Os Mercenários:

Esse não tem como dar errado. Chorem, patricinhas e cultzinhos viadinhos de allstar e iPhone.


Quarteto Fantástico Anual #32

Acabei de acordar e ler a SENSACIONAL Fantastic Four Annual #32. Não tá nas bancas e não vai sair tão cedo.

Na história, escrita pelo “desconhecido” Joe Ahearne, desenhada pelo Bryan Hitch e finalizada por ele mesmo e Andrew Currie (pra ser politicamente correto, devo acrescentar que foi pintada pelo Paul Monts e Rain Beredo), uma garota chamada Amy aparece dizendo estar grávida do Johhny (Tocha Humana) e, como ele não ligou de volta pra ela, ela aparece no Edf. Baxter pra avisá-lo da paternidade. Johnny a princípio foge, mas acaba indo atrás dela pra protegê-la porque, claro, aparecem monstros extradimensionais querendo raptá-la.

Problema é: Johnny estava bebadaço quando a conheceu e mal se lembra dela. Ou seja, só com um scanner temporal do Reed pra se descobrir o que aconteceu…

Antes de continuarmos, uma pausa: falei que o Joe Ahearne era desconhecido entre aspas, porque, mesmo que o nome não te diga nada de cara, vc já leu/assistiu algo dele: o escritor e diretor inglês trabalhou em Doctor Who e Ultraviolet (não o filme), ambas séries inglesas de TV que merecem uma assistida de qualquer fã de HQs, seriados e afins. Hesitei em ler ao ver que era um autor desconhecido, mas vi o review do Comic Book Resources (aka CBR) e me interessou. Deveras.

Realmente, O Ahearne consegue manter o clima de ficção-fantástica-quase-inacreditável e divertidíssima de se ler que o Mark Millar iniciou no Quarteto (eu confesso não ter gostado muito do resultado final, mas as premissas são ótimas) e que o Jonathan Hickman (de The Nightly News, Pax Romana – ambas pela Image – e Secret Warriors da Marvel, todas obras excelentes) vem mantendo na mensal.

É aquela estranheza nos plots que te faz saber a qualquer quadro que você ESTÁ lendo Quarteto Fantástico. Afinal, como disse o Coisa numa edição antiga, “o Aranha e os outros deixam as ruas tranquilas, problemas com poderes é com o X-Men, salvar o dia é com os Vingadores mas, quando é pra salvar o Universo, a Existência e outras realidades, aí você liga pro Quarteto” – ou algo assim, essa é a ideia geral.

Assim, resumidamente, a coisa fica estranha no scanner temporal e eles descobrem microsseres invadindo o corpo de Johnny e da mulher na noite em que se conheceram, Sue fica presa no corpo de Amy em tamanho microscópico ao fazer um exame de paternidade in loco no feto, depois todo o Quarteto (menos o Johnny) fica preso no corpo do Tocha em tamanho microscópico lutando contra a FILHA do Homem Psíquico, que planeja usar o feto pra criar clones-soldados e dominar o Microverso (ela que inseminou a Amy com o DNA do Johnny), Sue tem suas emoções apagadas, o Coisa dá uns tabefes em todo mundo, um monstro da “Garota Psíquica” ataca Johnny e Amy no edf. Baxter e ele não pode ficar em chamas sem matar o resto da equipe dentro dele, todo mundo pula da janela e (quase) ninguém morre.

E, no fim, quando parece que o fim caminha pro cliché de “essa gravidez foi um plano dumal, vamos voltar no tempo e evitar que aconteça e continuar tudo como era antes, afinal isso é só um Anual”, a coisa toda dá uma reviravolta e o fim promete excelentes premissas futuras se isso for bem utilizado…

…ou pode virar um “Batman: Son of Demon” e o Grant Morrison pegar o título daqui a 20 anos e usar sabiamente!

Olha, tem uns furinhos mesmo na história dessa edição (COMO Franklin e Valeria não percebem que o edifício tá sendo invadido? PORQUE só naquele momento os monstros atacam Amy? PRA QUE a “Garota Psíquica” tava dentro de Johnny?) , que talvez, se fosse um arco e não só uma edição de 48 pgs, seriam facilmente evitados/explicados. Mas no geral é uma ótima história, com um belo ritmo e conceitos muito interessantes.

Só lamento mesmo que o próximo arco da mensal seja “3″, com a promessa de MORTCHY de um dos membros do Quarteto. Ao menos é o Hickman escrevendo, e o péssimo Dale Eaglesham saiu do título (tá agora em “Steve Rogers: Super Soldier”, desenhando um Capitão bombadíssimo de braços curtos).

Detalhe legal desse FF Annual: na hora do scanner temporarl, Coisa e Tocha voltam à boate para ver o que aconteceu naquela noite e, ao ver o Tocha na ala VIP aprontando todas, o Coisa larga: “eles te deixam fazer ESSE TIPO de coisa na ala VIP? É como se você tivesse uma Latvéria só sua aqui! Olha, que bonito, você decorando o chão!” Ótimo retrato da relação tempestuosa dos dois!


Motion Revive Series – Kamen Riders

Olha os meninos aí:

Ainda tá faltando chegar o Rider 2 (esse aí é custom, não resiste a uma olhada de perto), V3 e o Ixa, mas já dá pra ver como é BUNITA a coleção!


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